Perdidos no nada, esperando anoitecer.
Refletindo sobre a vida, tentando esquecer a dor.
Na sombra da noite, esperando enlouquecer.
Sentindo que a vida não é só prazer.
Acordar do escuro, viver um dia sem fim.
Tentando gozar o mundo.
E não acreditar em nenhum amor.
E em nenhuma proposta de vida infantil.
Procurar achar a vida.
Que pode estar escondida na sarjeta.
Embriagada de beijos no rosto.
E incapaz de nos oferecer respostas.
Gustavo Ribeiro Alves
Maurílio Lima Botelho
17/06/1999.
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