Ninguém precisa chorar no meu caixão.
Nem lembrar de nada sobre mim.
Ninguém precisa levar flores
Nem nada.
É só mais um dia.
Que minha carne podre será de serventia aos vermes.
Que meus ossos serão trocados da gaveta,
Quando chegar o dia.
E daí nada...
Absolutamente nada...
Será capaz de me resgatar,
Da eternidade do esquecimento.
Guga Ribeiro
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