sexta-feira, 18 de outubro de 2013






Paulicéia pós-moderna

 

Cidade enfadonha,

És puro céu

Cinzento, fosco.

 

Lhe causo impressão

De espanto?

De caótico?

 

Repito-me em teus parque iguais,

Em teu metropolitano cosmopolita.

Ferve, porém, de teu cimento

O estilo, o super-humano

Os sonhos, a Avenida Paulista.

 

Paulicéia mais que desvairada

Globalizada, contraditória

Pós-moderna e não-moderna.

Endurecida em teus prédios tristes

Em teu calvário financeiro.

 

 

Gustavo R. Alves 19/11/2000.

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