Paulicéia pós-moderna
Cidade enfadonha,
És puro céu
Cinzento, fosco.
Lhe causo impressão
De espanto?
De caótico?
Repito-me em teus parque iguais,
Em teu metropolitano cosmopolita.
Ferve, porém, de teu cimento
O estilo, o super-humano
Os sonhos, a Avenida Paulista.
Paulicéia mais que desvairada
Globalizada, contraditória
Pós-moderna e não-moderna.
Endurecida em teus prédios tristes
Em teu calvário financeiro.
Gustavo R. Alves 19/11/2000.

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