Não entendo Mário
Nenhum Andrade.
Nem era para entender.
Nem aquele que carrega em seu nome
A cruz do Nazareno
E o Souza dos cigarros.
Entendo o b-a-ba do Jorge
Muito Amado.
A intensidade do Azevedo
O da face Caliban.
A loucura do Augusto
Dos anjos caídos.
Entendo o Dias
De índios guerreiros.
Entendo batatinha quando nasce.
E só recentemente entendi.
Que ela não se esparrama pelo chão.
Que espalha ramas pelo chão.
Que loucura!
Guga Ribeiro
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